sombras

Não sei. Talvez qualquer coincidência não seja proposital, que seja, não, não seja. Quero que seja proposital.

Ando com um pé lá trás, muito estranho isso. Não sei como consigo, mas ando.
Realmente, só de pensar. Não sei como. Se fosse uma coisa tudo bem, acontece. Foi desde “Fragmentos de Osasco”… Acho que começou aquele dia. Só me faz pensar o porque tudo volta agora até na trilha sonora mais importânte. Até em Road…ou Glory Box.
Estou louca da vida, meu disco do Sinatra sumiu, sinto distância absolutamente em tudo e em todos (e essa distância me mata), como se não existisse o aproximar de alguém e pra completar Perhaps, perhaps, perhaps não sai da minha cabeça como se eu de fato fosse culpada.
Esqueci de citar. O disco da viagem. O encontro de quinta. A conversa de domingo. Aquele lugar que não vou tomar café por pura lembraça. Os roxos não rock’n roll na minha perna. Caio Fernando. A foto. Os sonhos. As fotos. A saída de sexta a noite.
E por último. Sim Isabelle e Ju estreiaram esta volta, de minha parte, sem muito estilo. MENTIRA! Valsei Perhaps, perhaps, perhaps… Foram umas queridas que mataram toda minha saudade, nem toda, um pouco sempre resta.  Acho que foram eles que me lembraram do que deixei mal acabado e entro aqui com todo o blá blá blá de física quântica que todo mundo sabe.
A questão é que ta tudo ligado e que não precisava vir tudo ao mesmo tempo, que viesse uma de cada pra eu sentir cada sensação, assim não sei o que sinto.

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