Tem gente que gosta de correr, particularmente sou uma pessoa devagar. Tudo tem seu tempo e eu faço o meu até a bomba explodir. Foi sempre assim e não vai mudar agora. Meu carro, sempre foi 1.0, por quê? Acho que se fosse outro o motor eu já não estava mais entre os mortais, é fato. Sou muito correta no transito, muito mesmo e até demais… mas tenho meus momentos e por isso é 1.0 assim me seguro, não extrapolo, sei dos meus limites mais do que qualquer outra pessoa. Daí que me denomino 1.0 eu forço o mortozinho aqui mais que tudo e ao mesmo tempo não saio do lugar e chego ao objetivo de qualquer forma. Gosto disto. Parece que tenho mais controle sobre mim mesma. É uma pequena diferença entre o álcool do motor e o café em meu corpo. O problema é que uma hora pode fundir. Daí eu penso, é só fazer check-up, revisar o motor e borá pra frente.
Abril 28, 2009
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sabe aquela camiseta com cheiro de cigarro misturado com suor e perfume? levei pra casa… em compensação, deixei meu coração.
Fevereiro 18, 2009
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Isso é horrível, eu de fato sou uma pessoa horrível, desprezível. Não sei evitar. Tento, estou tentando. Mas não agüento o excesso de presença, fico sufocada e até meu nariz entupiu. Perdi o sono e meu estomago está tão embrulhado que mal como.
Estou entre as desculpas e o sossego, porque de fato me escondi, sei que não devia, mas fiz. E agora tenho que pedir desculpas. Não sei se quero tendo a maior certeza de que amanha vou querer em pele e suor. Hoje e por hora não quero mais nada… meu dia foi este cansaço começando pelo suor e pela pele.
Sinto uma breve TPM e não sei se passamos por esta.
Fevereiro 14, 2009
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quando a paixão chega ao ponto de você não suportar um perfume ainda achar que no corpo dele é viciante.
Fevereiro 9, 2009
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não sei do que e sei muito bem que nunca fiz de fato muita coisa ou o suficiênte pra me sentir igual a qualquer outro trabalhador comum, verdeiro, suado deste país… esta cabeça que nem se quer pensou, hoje e por todos os dias não tem mantido uma conduta muito certa pra viver.
bebido pra se manter pois a solidão cada vez mais cresce entre a distância dos olhos. não há ninguém, pois viu, talvez insânamente ou mentindo pra si mesma, pois até então não pode afirmar, que não gosta mais dele, não é o mesmo daquele post anterior, não é mesmo… e isto mata, pois ter alguém pra sofrer é ruim, mas não ter ninguém é pior. é vazio. é só.
Melissa, a bebida te guarda entre aquele seriado ou o filme dividido a dois. ou por cores que nunca conseguiu fotografar. a verdade é que guarda tanto desamimo…
queria encontrar aquelas pessoas que te tirassem de casa, buscassem pra sair, mas isto, foi o que sempre fez, buscou os outros esqueçendo no canto de trás da porta a si mesma. pois não vai sair, não vai ligar e vai se deixar apodrecer entre os poros, porque vontade não lhe resta mais.
Janeiro 19, 2009
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Escrever aqui, bem, talvez seja porque muitas das pessoas que eu gostaria que lessem, não lêem, outras sim, mas de cabeças tão confusas que se fazem por não entender o que eu digo como eu mesma, minha maior leitora.
O que importa é que sou besta. Uma grande besta que fica em toda esta ausência esperando por ele, e espero. Sou boa nisto, as vezes me da uma loucura quero arranhar as paredes e fazer por seu teto cair a traição, que você desista de seus gostos e venha contra a corrente. Ai vem a realidade, isso não vai acontecer tão cedo, e eu querendo que só volte pra mim, assim seria tudo diferente eu deixaria esta negação pra trás este fingimento de que não quero nada com ninguém, tudo mentira, eu quero e espero quanto for. Porque eu tentei e tento que seja diferente, mas ninguém é igual a você e ninguém claro como a gente. Pois é. E neste ramo de esperança sou boa, andei te pesquisando onde não pode me ver. E estou quase acreditando que tudo vai acabar, acredito somente só.
“só porque disse que não me quer não quer dizer que não vai querer”
Porque depois do beijo eu disse e me expressei muito mal.
Não era exatamente o que eu esperava, era bem melhor. Eu que havia decidido me amargurar pra te ter por perto ganhei o beijo mais bonito. E estraguei tudo. E um dia vou te dizer. Você vai ver.
Janeiro 7, 2009
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A única coisa que de fato posso afirmar, é que tudo isso é muito estranho.
Pessoas estranhas, dias estranhos… Eu estranha. Até a palavra parece não soar muito bem.
Não digo que não existem coisas boas nisto. Antes o que era angustiante agora ficou divertido, faz sentido. E isso é bom.
Vendo assim por fora e pra quem não está por dentro ou pra outros que estão por dentro demais da forma que nunca estive. Não é estranho, é normal. Então eu não sei. Do que eu pensava que me disseram agora são outros dizeres de outras pessoas e eu não sei porque todos dizem verdades, o real impressão e o fato em si. Não sei o que pode ser. E se deveria saber do que está aqui por dentro, também não sei o que só piora os fatos.
Em si é tudo um jogo de palavras, olhares, fotografias e eu. Não poderia ser diferente.
No mais eu preciso usar mais o telefone.
Preciso falar com ele só pra relaxar meus vícios, acalmar meus ânimos.
Preciso resolver aquele assunto mal acabado com o outro.
E por fim, resolver aquele que mal começou.
Lembrar daquele café.
Matar aquelas saudades e dar aquele abraço.
Enviar as fotos.
Responder uma mensagem da semana passada.
Andar com o Trabalho de Conclusão.
E arrumar uma maneira de ganhar dinheiro.
Ai sim posso arranjar novos fazeres.
Dezembro 9, 2008
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“Nada consegue tirar de dentro de mim a sua saudade”
Outubro 15, 2008
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Não sei. Talvez qualquer coincidência não seja proposital, que seja, não, não seja. Quero que seja proposital.
Ando com um pé lá trás, muito estranho isso. Não sei como consigo, mas ando.
Realmente, só de pensar. Não sei como. Se fosse uma coisa tudo bem, acontece. Foi desde “Fragmentos de Osasco”… Acho que começou aquele dia. Só me faz pensar o porque tudo volta agora até na trilha sonora mais importânte. Até em Road…ou Glory Box.
Estou louca da vida, meu disco do Sinatra sumiu, sinto distância absolutamente em tudo e em todos (e essa distância me mata), como se não existisse o aproximar de alguém e pra completar Perhaps, perhaps, perhaps não sai da minha cabeça como se eu de fato fosse culpada.
Esqueci de citar. O disco da viagem. O encontro de quinta. A conversa de domingo. Aquele lugar que não vou tomar café por pura lembraça. Os roxos não rock’n roll na minha perna. Caio Fernando. A foto. Os sonhos. As fotos. A saída de sexta a noite.
E por último. Sim Isabelle e Ju estreiaram esta volta, de minha parte, sem muito estilo. MENTIRA! Valsei Perhaps, perhaps, perhaps… Foram umas queridas que mataram toda minha saudade, nem toda, um pouco sempre resta. Acho que foram eles que me lembraram do que deixei mal acabado e entro aqui com todo o blá blá blá de física quântica que todo mundo sabe.
A questão é que ta tudo ligado e que não precisava vir tudo ao mesmo tempo, que viesse uma de cada pra eu sentir cada sensação, assim não sei o que sinto.
Outubro 15, 2008
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tá começando a ficar assustador. minhas costas doem, o ar me falta e meu coração quase salta como estivesse pra sair correndo é um misto de emoção e desespero. nada é novo, tudo é passado, nada é domado. só que desta vez nem enfiar a faca é preciso, já tem a ferida… e sangrar vai ser mais fácil.
acho que vou ter um treco.
Outubro 12, 2008
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